Agronegócio
Contabilidade para o agronegócio com Funrural, notas de produtor, custo por safra e apuração do resultado rural.
Ver agronegócio →A VGR faz contabilidade e controladoria por segmento em São Paulo SP, para 11 setores. Cada um tem imposto, obrigação e indicador próprios: o agronegócio lida com Funrural, o comércio com ICMS e estoque, a clínica com ISS e convênio, a construtora com custo por obra. Escolha abaixo o setor da sua empresa e veja o que muda na prática, ou fale direto com a nossa equipe.
Cada setor tem as suas obrigações, decisões e indicadores. A VGR adapta a contabilidade e a controladoria à realidade do seu segmento.
Contabilidade para o agronegócio com Funrural, notas de produtor, custo por safra e apuração do resultado rural.
Ver agronegócio →Contabilidade para produtor rural: Livro Caixa, Funrural, ITR e a escolha entre pessoa física e jurídica no campo.
Ver produtor rural →Contabilidade para comércio e varejo com ICMS, substituição tributária, giro de estoque e margem por produto.
Ver comércio e varejo →Contabilidade para prestadores de serviços com ISS, retenções na nota, margem por contrato e custo da equipe.
Ver prestadores de serviços →Contabilidade para indústria com IPI, crédito de ICMS, formação do custo de produção e margem por linha fabricada.
Ver indústria →Contabilidade para transportadoras e logística com CT-e, ICMS interestadual, custo por quilômetro rodado e frota.
Ver transportadoras e logística →Contabilidade para construção civil com INSS da obra, medições, apropriação de custo por obra e margem do contrato.
Ver construção civil →Contabilidade para saúde e clínicas com ISS, repasse a médicos, glosa de convênio e faturamento por profissional.
Ver saúde e clínicas →Contabilidade para profissionais liberais: carnê-leão, pró-labore e comparação entre pessoa física e jurídica.
Ver profissionais liberais →Contabilidade para imobiliárias e corretores com ISS, comissão, repasse de aluguel e ganho na venda de imóvel.
Ver imobiliárias e corretores →Contabilidade para empresas familiares com pró-labore, separação de contas, sucessão e distribuição de lucro.
Ver empresas familiares →Não existe contabilidade padrão que sirva igual para todo mundo, e a diferença começa no imposto. Uma indústria em São Paulo apura IPI, controla crédito de ICMS na entrada de matéria-prima e precisa saber quanto custa cada produto que sai da linha. Uma construtora convive com INSS da obra, medição por etapa e retenção no contrato, e o número que importa para ela é o custo por obra, não o custo da empresa inteira. Uma clínica recolhe ISS, lida com repasse a médicos e vive de um faturamento que o convênio pode glosar semanas depois. Um comércio depende de ICMS, substituição tributária e giro de estoque. São operações que nada têm a ver umas com as outras, e por isso a VGR organiza o atendimento por segmento.
A base é sempre a mesma: escrituração correta, imposto apurado certo, obrigação entregue no prazo e a camada de controladoria em cima disso. O que muda é a prioridade. Em um setor o risco maior está na classificação fiscal da mercadoria, em outro está na retenção que o tomador deixou de fazer, em outro está na folha e no vínculo de quem trabalha na obra. Saber onde costuma doer em cada atividade é o que evita que a gente gaste energia no lugar errado.
São Paulo concentra indústria, construção, saúde, prestação de serviços e empresas que já sentiram que precisam de gestão, e é onde a VGR tem mais estrada. Por isso vale descer ao detalhe do que muda em cada uma dessas frentes.
O trabalho gira em torno do IPI, do crédito de ICMS na compra de insumo e da classificação fiscal do produto, onde um erro de código vira imposto pago a mais ou autuação. A decisão que mais mexe no resultado é preço: sem custo de produção montado direito, com matéria-prima, mão de obra e o que rateia da fábrica, o dono acha que ganha em um produto e está perdendo. Indicadores: custo por unidade produzida, margem por linha e ponto de equilíbrio.
A obrigação pesada é a da obra: matrícula, INSS da obra, retenção sobre a nota de serviço e a folha de quem está no canteiro, com o risco constante de vínculo em subempreiteiro. Cada obra é praticamente uma empresa, então o custo precisa ser apropriado por obra e comparado com o que foi orçado, medição por medição. Indicadores: custo por obra, orçado contra realizado e margem por contrato, que decidem se aceitar ou recusar o próximo trabalho.
Entra ISS, retenção na nota do tomador, repasse a médicos e a questão do vínculo dos profissionais. O risco silencioso é a glosa: o convênio aceita menos do que foi faturado, meses depois, e o resultado que estava no papel some. Indicadores: faturamento por profissional, percentual de glosa e resultado por especialidade, que mostram se a clínica ganha dinheiro ou se está trabalhando para o convênio.
O ponto é ISS no município certo, retenções de ISS, INSS e IR que o cliente faz na nota e o custo da equipe, que costuma ser a maior despesa. A decisão típica é aceitar ou não um contrato pelo preço oferecido, e isso só se responde com número na mão. Indicadores: margem por contrato e margem por cliente.
ICMS e substituição tributária mandam no resultado, e o erro comum é pagar imposto de produto já substituído, o que vira dinheiro deixado no caixa do Estado. A decisão do dia a dia é o que comprar, a que preço vender e quanto deixar parado na prateleira. Indicadores: giro de estoque e margem por produto.
Funrural, nota de produtor e custo por safra é que definem o retrato do negócio, e cada um deles depende de documento organizado desde a entrada. A decisão é onde aplicar o dinheiro da safra que está por vir. Indicadores: custo por safra e resultado por área. Cada um desses assuntos está detalhado na página do próprio segmento, com o que a VGR faz em cada caso.
O caminho é sempre o mesmo, e ele começa antes de qualquer relatório.
O que gera receita, o que gera custo, como a nota é emitida, quem retém o quê e o que está pendente com o Fisco.
Com a contabilidade empresarial, porque nenhum indicador sobrevive a lançamento errado ou obrigação atrasada.
Junto com você, poucos indicadores do seu setor: custo por obra em uma construtora, margem por linha em uma indústria, faturamento por profissional em uma clínica.
A partir daí passamos a apurar sempre do mesmo jeito, para poder comparar período a período e enxergar o que mudou.
A partir daí, o serviço muda conforme o problema.
Quem precisa enxergar onde ganha e onde perde entra em controladoria, com DRE gerencial e reunião de leitura dos números.
Quem está mudando de faixa e de regime entra em planejamento tributário, sempre com cálculo comparando os cenários, nunca com promessa.
Quem está com contas a pagar e conciliação atrasadas resolve isso no BPO financeiro antes de pensar em indicador.
O trabalho sai da unidade de São Paulo, presencialmente ou online. Conhecer o setor orienta a prioridade, mas não garante resultado: isso depende do seu mercado e das suas decisões. Não fazemos auditoria nem perícia, e não prometemos redução de imposto antes de calcular. Carga tributária se resolve no planejamento tributário, com os cenários na frente.
Do seu lado, três coisas sustentam tudo: documento no prazo, conta da empresa separada da pessoal e presença nas reuniões. Sem isso, nem a contabilidade empresarial fecha limpa, nem a controladoria diz onde a empresa ganha. Não achou o seu setor na lista? Fale com a gente: o ponto de partida é a operação, não o rótulo.
A VGR é o escritório de contabilidade em São Paulo que atende empresas de diversos setores. Fale com um contador em São Paulo e tenha contabilidade em São Paulo adaptada à sua realidade.
Falar no WhatsAppConteúdo revisado pela equipe da VGR. Atualizado em .